Em 2024, a categoria dos técnicos de enfermagem estava desacreditada e sem esperança de conquistar a reestruturação da carreira. Iniciei um chamado pelas redes sociais e parti para a ação: visitei UBSs e hospitais, ouvi colegas e convidei cada um para a luta.
O despertar veio rápido. Milhares de técnicos foram às ruas, lotaram assembleias e, em uma das manifestações, a própria base gritou meu nome para representá-la na mesa de negociação com o governo.
Veio a greve, UBSs e hospitais pararam, o governo cedeu. Uma vitória histórica — e o motivo pelo qual sigo firme para que os técnicos de enfermagem sejam cada vez mais valorizados, respeitados e ouvidos.